segunda-feira, 25 de maio de 2015
Atividade - Orando pelo Nepal!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Urgente! Vamos orar + Nova atividade sobre o Iraque!
Oi pessoal, tudo bem?
Eu decidi não postar hoje sobre o Cronograma do nosso Acampadentro Bíblia em Ação 2014 que comentei no último post, porque há algo muito sério acontecendo em nosso mundo hoje e não poderia deixar de falar aqui no blog mais uma vez, principalmente depois de ler essa reportagem. Sabe o que ela traz? A perseguição aos cristãos no países árabes e o abuso de crianças. Você pode clicar na foto acima para conferir mais uma reportagem de crianças que estão sendo vendidas como escravas sexuais. Há fontes de que muitas delas também são cristãs. O meu coração fica profundamente triste e indignado com isso. O que nós como igreja podemos fazer?
MUITO! A Bíblia diz que a oração de um justo pode MUITO em seus efeitos. (Tiago 5:16) Crendo nessa palavra a cada dia, e vendo Deus agir, eu gostaria de encorajar vocês mais uma vez a rever sua agenda e sua programação anual para incluir em TODOS os seus cultos com as crianças o Momento Missionário.
Se você já tem essa prática em sua igreja, louvado seja Deus por sua vida! Então, inclua em seus pedidos, os cristãos que estão sendo perseguidos nesse exato momento por serem seguidores de Jesus. Você já imaginou se fosse aqui no Brasil? Nós temos que agradecer a Deus por estarmos em um país livre da perseguição religiosa.
Para encorajar você a mais uma vez orar com as crianças, eu fiz essa atividade abaixo para ser realizada em 2 cultos pelo menos. No primeiro as crianças ganham a atividade e fazem parte dela. No segundo elas trazem a atividade novamente e compartilham como foi orar durante toda a semana pelo Iraque.
Eu tenho uma sugestão completa de Aula sobre o Iraque que já publiquei aqui no blog. Para conferir clique aqui.
A minha oração é para que o Espírito Santo de Deus nos incomode profundamente pelas necessidades dos países não alcançados e assim, nós como igreja, corpo de Cristo nos preocupemos em orar constantemente pelos nossos irmãos em todo mundo e também por aqueles que ainda não conhecem a Jesus e o Seu amor. Vamos orar?
A atividade é um livrinho. Deve ser impressa frente e verso. Se você está imprimindo para sua aula ou para orar com seus filhos, PARABÉNS!
Deus precisa de irmãs e irmãos como você, que estejam prontos para a batalha espiritual e orar por essas questões é uma batalha espiritual. Deixo com você o texto de Efésios 6:10-18.
Precisamos nos revestir de toda armadura de Deus porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.
Deus te abençoe e te use com os pequenos nos próximos cultos missionários também! Se você gostou da sugestão e irá usar com suas crianças, por favor deixe um comentário. Ficarei muito feliz em saber!
Parte de fora do livrinho.
Tamara : )
terça-feira, 29 de julho de 2014
Culto Missionário Infantil Especial sobre o Iraque! Faça você também!
No próximo culto infantil, mude sua programação. Ore com as crianças pelos irmãos perseguidos em todo mundo. Ore pelos cristãos iraquianos. Leve tinta de dedo e marque cada criança em sua mãozinha para que ela compreenda melhor o que está acontecendo. Vou deixar aqui embaixo uma sugestão de Momento Missionário Infantil ou até mesmo um Culto Infantil Missionário
Desenvolvimento
Inicie a aula com sua mão já desenhada com o símbolo em árabe sugerida na minha foto. Na internet, você também encontra. Se for possível, cole também na porta da sua sala, e mostre as crianças que a aula de hoje tem haver com esse símbolo. Caso você coloque na porta, inicie esse tempo explicando o seu significado e também mostre que é o mesmo símbolo que está em sua mão.
Mostre a localização do Iraque no mapa mundi e sua bandeira. Se possível leve fotos (das destruições, homens e crianças armadas, misseis) impressas ou no seu celular, tablet ou computador. Tenha cuidado para nãos mostrar fotos muito chocantes.
Lembre as crianças que Jesus promete estar conosco todos os dias, por isso os cristãos iraquianos não tem medo, porque sabem que Jesus também está lá com eles. Leia o texto de Mateus 28:20 com as crianças.
Mostrando as fotos, as crianças compreenderão melhor a situação nesse país. Explique-as que os muçulmanos que se convertem a Jesus Cristo são perseguidos.
Permita que as crianças participem, perguntando e comentando em todas as partes. Se possível, pinte a mão das crianças agora, antes de orar pelo Iraque. Mostre que somos como eles, somos seguidores de Jesus, o nazareno.
Ore com as crianças - Pedidos:
1. Pelos cristãos iraquianos para que continuem confiando em Jesus mesmo com tantas perseguições.
2. Pelos iraquianos que ainda não conhecem a Jesus, para que abram seus corações a Ele e conheçam o Seu amor.
3. Pelos líderes iraquianos para que conheçam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador e liderem o Iraque com justiça.
Atividade:
Imprima a bandeira do Iraque para as crianças pintarem e depois, dê a sugestão para que elas levem para casa e coloquem em um local visível e assim, orem durante toda a semana pelo Iraque. Se possível, leve uma bandeira já pintada para que as crianças tenham a referência das cores.
Professor, não deixe de orar pessoalmente pelas necessidades dos povos não alcançados. Para que nossas crianças ganhem o desejo de orar, elas precisam ver o mesmo desejo através de sua vida : )
Para mais informações sobre o Iraque e outros países perseguidos: www.portasabertas.org.br/
Para orar por outros países você também encontra: www.missaoavante.org.br
Deus te abençoe e te fortaleça a cada dia, saiba que a partir do momento que decidir levar suas crianças a orar pelas necessidades dos PNAS (Povos Não Alcançados), você terá grandes oportunidades ver o que Deus faz através das nossas orações por irmãos e nações que não conhecemos. Fique firme e sempre avante!
Veja uma das reportagens que estão na internet sobre esse assunto: http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/23191/terroristas-marcam-casas-de-cristaos-no-iraque.html
Um grande abraço,
Tamara : )
terça-feira, 10 de junho de 2014
Super Calendário de Oração dos Países da Copa 2014
Oi Pessoal, tudo bem com vocês?Eu dei uma sumida, mas é porque estava preparando essa Super Atividade! Nos vídeos eu explico tudo! O primeiro é falando sobre o Calendário e a Proposta da Atividade e o segundo é o PAP - Passo a Passo de como fazer com os pequenos. Também, tem todas as figurinhas e moldes. Então é só colocar a mão na massa e correr que ainda dá tempo de fazer!
Espero que vocês gostem e não deixem de comentar, ok? Ah! Se você deseja receber as novidades também por videos, se inscreva no meu canal no YouTube: Investindo nas Crianças.
Bem, é isso! Um grande abraço a vocês e...
Vamos assistir aos videos?
Material para para o Calendário de Oração dos Países da Copa:
2 Folhas de Color Set verde - cor bandeira
2 Folhas de Color Set Amarelo - cor bandeira
1 Folha de Color Set Azul escuro
1 Folha de Cartolina Branca
Papel Canson para imprimir as figurinhas
Grampeador
Plaquinha de Isopor (pode ser a que vem com frios do mercado)
Tesoura
Estilete
Base para corte
Cola em Bastão
Furador Circulo (Caso não tenha, o molde está + em baixo)
Furador Estrela
Fita Dupla Face
Fita Banana - Fita adesiva de espuma
Caneta Preta ponta fina
Figurinhas para a Capa
Vamos conhecer os Países?
E as bandeiras, você sabe quais são? Elas estão em ordem alfabética e separadas por grupos de 8 , como sugestão no vídeo.
Não se esqueça das devidas coroas! : )
Vamos montar o Campo de Futebol?
Achou que tinha terminado? Ainda não! Tem + uma surpresa! Para encorajar as crianças a orarem, que tal pendurar na porta? É só recortar, dobrar e colar! : )
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Vamos Orar? Tufão pode ter afetado 4 milhões de crianças
Convide sua família hoje para orar pelas crianças das Filipinas! Leve esse pedido específico às crianças de sua igreja ou escola! Às suas reuniões e cultos! Separe fotos e informações e passe a diante!
Que Deus tenha misericórdia das crianças filipinas e de todo o povo asiático!
Ensinamos as nossas crianças a orar quando nós somos o exemplo! ; )
Veja a matéria completa: Noticias Terra - Filipinas - Tufão pode ter afetado 4 milhões de crianças
domingo, 8 de janeiro de 2012
Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?

Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul deLondres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:
“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
A rua George, em Sydney.
“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.
Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.
“Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?”
Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.
“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.
Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:
“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.
Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)
Vale a Pena!
“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).
Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã. Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não vêem o resultado de suas atividades missionárias. Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram: “Será que vale a pena?”
Com freqüência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura. Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11). Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão. Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém. Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo. O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco. Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).


































